quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Seu filho está preparado para a volta às aulas?


Dez Bons Conselhos de Meu Pai

Hoje (23 de janeiro) é aniversário do escritor João Ubaldo Ribeiro! Sabia mais sobre uma de suas principais obras: "Dez bons conselhos de meu pai"
Manuel Ribeiro, o pai do escritor baiano João Ubaldo Ribeiro, era um homem estudioso e sempre foi exemplo e inspiração para o filho. Foi professor de história e de direito, ocupou vários cargos importantes, como o de diretor da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Salvador. Na política, foi deputado estadual em Sergipe e vereador em salvador. Mas afora todos esses títulos socialmente importantes, Manuel Ribeiro foi um bom pai.

Construiu junto com a mulher, Maria Felipa Osório Pimentel, uma casa cheia de livros, com uma biblioteca que se espalhava por todos os cômodos e contemplava todos os gêneros que se podiam imaginar: romance, filosofia, política, esoterismo. João Ubaldo, o filho mais velho do casal, inserido nessa atmosfera, descobriu que estavam nos livros as suas vontades. Sem que ninguém mandasse, o João menino vivia mergulhado nas histórias.

Em Dez Bons Conselhos de Meu Pai, o romancista Ubaldo Ribeiro, considerado um dos escritores mais importantes do país e autor de livros indispensáveis na literatura contemporânea, traduz em sentenças curtas, mas essenciais, o resumo das diretrizes de vida mais importantes passadas por seu pai. Coisas como: não seja burro, não seja amargo e nunca seja medroso são apenas alguns deles.

Rigoroso, Manuel era um pai atento à educação do filho mais velho, fazendo com que João decorasse versos e mais versos e recorrer ao dicionário a cada palavra que não conhecia. Manuel ensinou João a amar os livros, o valor do estudo, a vontade de saber sempre mais e, com isso, contribuiu para a construção de um dos mais importantes autores da literatura brasileira. Seus bons conselhos e a visão de mundo que deixou de legado ao filho, são generosamente compartilhados pelo autor baiano.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Só a sensibilidade de um fotógrafo, consegue nos mostrar a alma do mundo. Parabéns a todos os profissionais que fazem uma imagem se transformar em emoção!
Viver Bem
Confira dicas para tornar as brincadeiras infantis mais
seguras nos parquinhos



Francine Cadore / Designer: Robinson Zimmermann 

Ensine seu filho a respeitar a vez e não empurrar os amiguinhos


07 Janeiro 2014 - Jogos e brincadeiras ao ar livre devem fazer parte da infância. O lazer em parques, praias e ruas facilita o convívio com outras crianças e estimula a movimentação corporal, itens fundamentais para a socialização e o desenvolvimento da coordenação motora das crianças.

As brincadeiras nos parquinhos são as preferidas pela maior parte dos pequenos que estão na faixa dos 4 anos. As atividades podem esconder perigos e, por isso, exigem atenção constante dos pais.


Escorregadores, gangorra e balanços são alguns dos brinquedos prediletos das crianças. Ficar atento ao estado em que os equipamentos se encontram e ao tipo de superfícies em que as crianças irão brincar são atitudes que podem ajudar a aumentar a segurança. Além disso, a supervisão de um adulto é sempre importante durante as brincadeiras dos pequenos. 

A ONG Criança Segura disponibiliza em seu site várias dicas de prevenção de acidentes. Confira algumas atitudes voltadas aos pais para ajudá-los a evitar acidentes com os filhos em parquinhos: 

Lista: busque equipamentos apropriados para a idade da criança e oriente-a a usá-los; verifique se os equipamentos estão enferrujados, quebrados ou contêm superfícies perigosas; retire capuz e cachecol da criança antes de ela utilizar os equipamentos do parquinho; ensine regras de comportamento, como não empurrar e não se amontoar; observe se o parquinho está instalado em um piso que absorva o impacto, como gramados, areia e piso emborrachado; verifique se a separação das áreas ocupadas pelos pré-escolares e crianças maiores é segura.
Fonte: Site ONG Criança Segura, livro Filhos - de 2 a 10 anos de idade, da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Conteúdo aprovado pelo coordenador técnico-científico do Portal Unimed.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Feliz Ano Novo!!!


SOLIDARIEDADE


4 dicas para estimular a solidariedade dos filhos


É preciso ensinar em casa e também na escola o quanto é importante ajudar o próximo


Texto Ana Lúcia Neiva e Ana Carolina Carvalho  (Educar para crescer)
Foto: SXC
Foto: Para que o seu filho se torne um cidadão do bem, daqueles que auxiliam alguém a atravessar a rua, ele precisa ser motivado desde a infância
Para que o seu filho se torne um cidadão do bem, daqueles que auxiliam alguém a atravessar a rua, ele precisa ser motivado desde a infância
"A gratidão de quem recebe um benefício é sempre menor que o prazer daquele que o faz", já dizia sabiamente o escritor Machado de Assis no conto Almas Agradecidas, na Série Bom Livro (Ed. Ática). Estudos mostram que após a pessoa promover uma atitude solidária, o cérebro libera a substância endorfina, provocando sensação de felicidade.
De norte a sul do país são inúmeros os projetos criados por professores visando ao bem-estar do próximo. "Pesquisas recentes revelam a importância de valores como a solidariedade serem trabalhados nas escolas e o quanto é essencial para as crianças praticá-los desde pequeninas", diz Luciene Tognetta, coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Segundo a educadora, o conceito de solidariedade nas escolas é construído por meio do convívio social, dia após dia, pois é no cotidiano que as crianças desenvolvem as virtudes. "Por exemplo, quando há conflito entre dois alunos, o professor deve promover o diálogo entre eles: ao se expressarem e dizerem o que os incomoda eles aprendem a olhar o outro com generosidade", explica Luciene.
Mas a família também tem papel fundamental na construção desse caráter. "É preciso que a criança sinta a união de pais e irmãos e os vejam praticando a solidariedade entre eles mesmos", comenta o psicoterapeuta e educador Leo Fraiman (SP). Fisiologicamente, fazer o bem é muito saudável: estudo realizado pela Universidade de Harvard (EUA), com cerca de 2700 pessoas, apontou que ser solidário e praticar algum trabalho voluntário é benéfico ao coração e ao sistema imunológico, além de aumentar a expectativa de vida.

Muito trabalho a fazer
Apesar de muitos brasileiros serem solidários e não medirem esforços para ajudar o próximo, ainda estamos caminhando muito devagar nesse sentido. Uma pesquisa recente realizada pela Charities Aid Foundation (instituição de caridade do Reino Unido) e o Instituto Gallup, em 153 países do mundo, avaliou que o Brasil ocupa a 76ª posição no ranking mundial de caridade. Somos menos solidários que a média da população mundial! Os países mais altruístas são Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Irlanda e Suíça. Está aí um bom motivo para desenvolvermos a solidariedade desde a infância.

Veja como incentivar a solidariedade do seu filho:



Ensine a compartilhar
As crianças estão discutindo por um brinquedo? Simplesmente tire-o delas e diga que você só o devolverá quando elas entenderem que devem brincar juntas ou aprender a emprestar. "Para não ter dor de cabeça, muitos pais preferem resolver o problema comprando um brinquedo igual para cada filho, reforçando o individualismo e gerando o egoísmo. O distanciamento das pessoas faz com que elas nunca enxerguem as necessidades do outro", diz o psiquiatra Içami Tiba (SP).
Encoraje as iniciativas solidárias
Caso a escola esteja promovendo alguma ação solidária, estimule seu filho a participar. Melhor: pai e mãe devem se informar sobre o projeto e verificar como podem colaborar efetivamente. "Contribuir apenas com dinheiro é algo muito cômodo, preguiçoso. É importante que os pais expliquem para as crianças o significado de vestir a camisa, se engajar", avisa Fátima Balthazar, arte-educadora e assessora pedagógica especialista em valores humanos (SP). Acima de tudo, mostre que devemos fazer o bem incondicionalmente, sem esperar nada em troca.
Não trabalhe pela criança
A sua não colaboração pode acontecer numa situação simples, como não ajudá-lo a arrumar a bagunça dos brinquedos. É importante que o pequeno entenda que cooperar com a mãe e o pai para manter a casa em ordem é ser solidário. Ensine que cada um deve dar o melhor de si para o outro e que quando a gente se ajuda todo mundo sai ganhando.
Evite comparações
Se você tem um filho solidário e o outro não, respeite o jeito de agir de cada um e trabalhe para mudar o cenário. Observe com atenção o cotidiano da criança menos solidária e, ao perceber qualquer atitude generosa dela, elogie e a faça entender que aquilo é solidariedade. Mostre o quanto a outra parte ficou feliz e o bem-estar que ela própria acabou sentindo. Incentive-a a agir mais assim.


Bom dia! Você sabia que fazer o bem é muito saudável? De acordo com estudo da Universidade de Harvard (EUA), ser solidário é benéfico ao coração e ao sistema imunológico, além de aumentar a expectativa de vida. Pratique essa atividade! 

Veja como estimular a solidariedade do seu filho:http://abr.ai/1fhlC19